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Saúde Humanização

Serviço social faz acolhimento humanizado no HCS

Esses profissionais desenvolvem papel de destaque na linha de frente das ações voltadas para a proteção dos direitos dos pacientes.

06/10/2021 às 12h04
Por: Da redação Fonte: Ascom - HCS
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Serviço social faz acolhimento humanizado no HCS

 

O profissional do serviço social conhece de perto as necessidades das pessoas e busca garantir os direitos delas. No Hospital de Campanha de Santarém (HCS) esses profissionais desenvolvem papel de destaque na linha de frente das ações voltadas para a proteção dos direitos dos pacientes, com acolhimento humanizado, diminuindo o impacto da internação na vida das pessoas, em especial as que estão em situação de vulnerabilidade social.

Na área da saúde, o trabalho desses profissionais é de grande relevância, em se tratando de pandemia e hospitais de campanha não é diferente. O olhar crítico social dos profissionais dessa área, voltado a situação social dos pacientes para oferecer suporte até a alta médica, faz toda diferença.

As principais atividades desempenhadas na Unidade, são as orientações para familiares e pacientes sobre as normas e regras do hospital, o recolhimento dos pertences, protocolo e entrega para a família para evitar a contaminação, recebimento de roupas, articulação com rede de atenção à saúde e facilitação da comunicação entre familiares e pacientes.

Uma das tarefas mais esperadas, segundo a assistente social, Beatriz Sales, que integra a equipe do HCS, é a ligação para a família que informa a alta dos internados.

'O momento da notícia da alta médica é o mais esperado e comemorado por toda a equipe do Hcamp. Temos cada paciente como um ente de nossa família, vibramos a cada saída de paciente da unidade.', disse.

Outro ponto importante da rotina da assistente social é a visita online, onde o paciente fala diariamente com os familiares, por meio de chamada de vídeo. ‘A cada chamada de vídeo, vemos a renovação do fôlego e esperança dos pacientes e entes queridos’, contou.

 Para a paciente Jandira Batista, de 46 anos, as videochamadas dão um gás na recuperação. 'A gente acaba se animando ao saber que a família está à nossa espera. Fico muito feliz em poder ver, ainda que por telefone, a minha família', disse.

 O assistente social não faz comunicação de óbito, esse comunicado cabe ao médico, porém o acolhimento no pós-óbito e as orientações cabíveis para a situação e sobre os benefícios eventuais são feitas por esse profissional.

Beatriz acredita que o trabalho do assistente social é de grande relevância e indispensável na área da saúde. “Estamos aqui para garantir que os direitos dos pacientes não sejam violados. Fazemos o acolhimento de pacientes e familiares. Somos o elo entre eles”, afirmou.

 

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