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Caso professor Adriano Giorgi: acusada do crime é julgada

Em Altamira o julgamento tem previsão para acabar na noite desta quarta-feira (30). Sete testemunhas de defesa e acusação foram ouvidas. Andrea responde por 5 crimes: homicídio duplamente qualificado, associação criminosa, furto, roubo e ocultação de cadáver.

30/06/2021 às 15h43 Atualizada em 30/06/2021 às 16h02
Por: RB1Notícias Fonte: Da Redação, RB1
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Reprodução
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Ândrea Rufino que na época tinha 18 anos foi apontada pela investigação como mentora intelectual do assassinato de José Adriano Giorgi, professor da Universidade Federal do Pará.

A jovem teria tido ajuda de Denise Caetano com quem também mantinha uma relação amorosa, ela foi presa, mas meses depois liberada pela justiça. 

O Defensor Público Anderson Araújo, disse em entrevista que a Ândrea Rufino é ré confessa e não tem como negar isso.

Ândrea Rufino está cumprindo pena em uma penitenciária de Marabá e veio para Júri Popular em Altamira, onde o crime foi registrado.

A investigação chefiada pelo delegado Moab apontou que Ândrea tinha um relacionamento amoroso com a vítima e é acusada de fazer movimentações na conta bancária do professor.

O professor que tinha 47 anos foi assassinado em abril de 2018 com um tiro na cabeça e teve o corpo carbonizado. Ele ficou desaparecido por seis dias e foi mantido em carcere privado. O corpo dele foi encontrado na área rural, às margens da estrada que dá acesso à comunidade da Princesa do Xingu.

Na época do crime, Wellinton Rios Damasceno e Dorivan Santos foram apontados como cúmplices de Denise e Ândrea, ambos morreram ao trocar tiros com a polícia.

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