Saúde SAÚDE

SESPA alerta população para manter o combate contra o mosquito Aedes aegypti durante o isolamento social

Segundo os dados, de abril a maio, foram registrados no Pará 859 casos de dengue e 53 de chikungunya. Além de 15 casos notificados de zika.

14/05/2020 09h57
Por: RB1Notícias Fonte: RomaNews com informações da Agência Pará
Foto: Reprodução
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Em meio à crise pandêmica causada pela Covid-19, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) alerta a população para não se esquecer dos perigos causados pelo Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, e tentar combatê-los durante o isolamento social.

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Segundo os dados, de abril a maio, foram registrados no Pará 859 casos de dengue e 53 de chikungunya. Além de 15 casos notificados de zika.

De acordo com a orientação do órgão, a população precisa verificar o seu domicílio e o entorno dele uma vez por semana para identificar e eliminar possíveis criadouros.

Conservar a caixa d’água, tonéis e barris de água bem fechados; colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira fechada; não deixar água acumulada sobre a laje, manter garrafas com boca virada para baixo; acondicionar pneus em locais cobertos; proteger ralos sem tampa com telas finas, encher pratinhos de vasos de plantas com areia até a borda e lavá-los uma vez por semana são algumas das medidas 

O Ministério da Saúde recomendou aos municípios brasileiros a suspensão do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa e LIA) do ano de 2020 em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus.

Vale lembrar que esse levantamento é importante para as autoridades sanitárias conhecerem os índices de infestação em cada cidade e, assim, organizar as ações de campo a serem realizadas pelos agentes. Sem a visita dos profissionais na residência, as famílias precisam redobrar os cuidados no isolamento social.

Número de casos – De 1º de janeiro a 4 de maio, o Pará registrou 859 casos confirmados de dengue, representando uma redução de 29,41%% em relação ao mesmo período de 2019, quando foram registrados 1.217 casos da doença. Dos 859 casos confirmados, 846 foram de dengue, 11 de dengue com sinais de alarme e 02 casos de dengue grave, conforme classificação estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), sem nenhum óbito.

Os cinco municípios com mais números de casos de dengue são Altamira com 179, Novo Progresso com 156, Belém com 85, Vitória do Xingu com 69 e Santarém com 52.

Em relação a chikungunya, no mesmo período, o Pará teve 53 casos confirmados, com maior número registrado no município de Santarém, com 17 casos da doença. Nesse período, ainda, o Pará registrou 15 casos de zika vírus, todos no município de Santarém.

Ações da Sespa – Em função da pandemia, a Sespa também precisou suspender o Projeto de Instalação de Estações Disseminadoras de Larvicida (EDs) para combate ao mosquito da dengue, que estava realizado em dois condomínios de Belém e Ananindeua, com o objetivo de diminuir os focos de mosquitos transmissores da dengue, zika e chikungunya, ao evitar que o mosquito nasça.

Entre as ações realizadas pela Sespa neste ano, Aline Carneiro citou a elaboração do Plano de Contingência Estadual de Dengue, Chikungunya e Zika vírus 2020; divulgação mensal do informe epidemiológico de Dengue, Chikungunya e Zika vírus; participação na videoconferência com técnicos do Ministério da Saúde no dia 16 de janeiro de 2020 e participação na capacitação sobre novo adulticida Cielo® no dia 30 de janeiro em Brasília.

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da dengue são: febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, perda de apetite, manchas e erupções na pele principalmente na região do tórax e membros superiores, náuseas e vômitos, tontura, moleza e extremo cansaço, dor no corpo, dor nos ossos e nas articulações, dor no abdômen. O zika vírus causa febre baixa, dor nas articulações, dor muscular, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, conjuntivite, erupções cutâneas avermelhadas que podem coçar, e dor abdominal, diarreia, constipação e pequenas úlceras na mucosa oral, que são sinais e sintomas pouco comuns. E os principais sinais e sintomas do chikungunya são febre, dor incapacitante nas articulações, dor nas costas, erupções cutâneas, fadiga, náuseas, vômitos, dor de cabeça e dores musculares (mialgias).

Serviço

as pessoas com sinais e sintomas dessas doenças devem procurar atendimento médico na Unidade de Saúde mais próxima da sua casa, pois são doenças que podem se agravar e levar à morte.

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